Existe uma coisa chamado 24 Horas. Este jornal tem entre os seus colaboradores uma coisa chamada Carlos Castro. E este senhor é pago para falar mal dos outros numa coluna adequadamente intitulada de "A fofoca de Carlos Castro".
Na edição de hoje, o alvo é o Bruno Nogueira, a propósito do espectáculo que ele estreou recentemente no Jardim de Inverno do São Luiz.
Ele começa a sua crónica dizendo que não foi ver, mas mesmo assim resolve escrever um texto sobre um espectáculo que não viu. Aqui começa o grande profissionalismo deste senhor. Depois diz o seguinte: "Aquela coisa comprida e magra, com uma cabeça esquisista (estamos na época do sim e do não)". Antes de começar a criticar um espectáculo que não foi ver começa a criticar a constituição física do artista. Digo artista porque, nesta história toda, o artista é aquele que tem talento e imaginação para escrever um espectáculo e subir a um palco para mostrar o seu trabalho a toda a gente. Outros preferem esconder-se atrás de colunas sociais para destilar o seu veneno.
Mas nem tudo são más notícias para o Bruno. O Carlos Castro diz ainda que "quanto à obsessão que tem por mim, sobre a sexualidade nojenta que expõe, está descansado que não faz o meu género."
Depois de criticar o espectáculo, que não viu, resolve falar ainda dos amigos do Bruno que "se riem alarvemente de temas sem nexo e eu conheço a vida de todos eles..." e gaba-se ainda dizendo que "nunca andei nas festas da coca e quejando e tenho os meus impostos em dia."
Imaginem um país com um ditador com a mentalidade do Carlos Castro. A primeira acção era mandar para a prisão ou executar todos os humoristas. A segunda era obrigar todos os habitantes a usar saias cor de rosa e trancinhas. O seu adjunto seria sem dúvida o Cláudio Ramos.
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2 Amigos:
hehehehehehe
PIMBA! Embrulha ai!
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